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Quando não conheço
emudeço.
Mudo.
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segunda-feira, 25 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Como Desqualificar
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É bonito e só
Isso tudo
E o que é mais?
Pergunto.
Tem o roto
O largo o fundo
O mito.
O bonito é mais um tipo.
Bonito é só bonito.
Bonito só é bonito.
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É bonito e só
Isso tudo
E o que é mais?
Pergunto.
Tem o roto
O largo o fundo
O mito.
O bonito é mais um tipo.
Bonito é só bonito.
Bonito só é bonito.
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quinta-feira, 14 de março de 2013
Um Tempo à Apolo
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Sempre o homem a fazê-lo.
Ergue o próprio corpo,
lavra o dorso louvado
até inchar.
Esculpir.
Porém ao contrário
de desbastar.
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Sempre o homem a fazê-lo.
Ergue o próprio corpo,
lavra o dorso louvado
até inchar.
Esculpir.
Porém ao contrário
de desbastar.
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É a Recepção Surpreendida da Vida
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Assim como a ciência
Busco uma coisa
Que eu posa repetir a mim mesmo
Todos os dias.
Qual é o livro que diz?
Qual filosofia?
(Lá vem Schelling, em um livro)
Só sei da vertigem.
É muita liberdade!
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Assim como a ciência
Busco uma coisa
Que eu posa repetir a mim mesmo
Todos os dias.
Qual é o livro que diz?
Qual filosofia?
(Lá vem Schelling, em um livro)
Só sei da vertigem.
É muita liberdade!
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
Verve à luz e vela
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"Aquele que olha, da rua, através de uma janela aberta, jamais vê tantas coisas como quem olha para uma janela fechada. Nada existe de mais profundo, mais misterioso, mais fecundo, mais tenebroso, mais deslumbrante, que uma janela iluminada por uma lamparina. O que se pode ver ao sol nunca é tão interessante como o que acontece por trás de uma vidraça..."
Charles Baudelaire. Pequenos poemas em prosa.
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"Aquele que olha, da rua, através de uma janela aberta, jamais vê tantas coisas como quem olha para uma janela fechada. Nada existe de mais profundo, mais misterioso, mais fecundo, mais tenebroso, mais deslumbrante, que uma janela iluminada por uma lamparina. O que se pode ver ao sol nunca é tão interessante como o que acontece por trás de uma vidraça..."
Charles Baudelaire. Pequenos poemas em prosa.
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Pra Mais Tarde
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Um senhor
Seus cinquenta anos
e a morte de Luís XV
seu quinto cão.
Quando escreve:
Hoje
Morreu Luís XV.
Estou ficando velho.
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Um senhor
Seus cinquenta anos
e a morte de Luís XV
seu quinto cão.
Quando escreve:
Hoje
Morreu Luís XV.
Estou ficando velho.
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Microbios
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Antes uma coisa,
Depois outra, depois outra.
O medo do escuro, do bicho
já sei, os domino.
Plantas, seus frutos, saber do pai.
Campo de busca.
Ja fui aos jogos, estourei os dedos.
Vou sempre à praia.
A música veio, chegaram os calos.
Desceu à alma.
Bicicleta, cromado raio, vento.
Agora carro.
Domingos santos, Silvio.
Hoje em casa.
A matemática passou, graças...
Ja é história.
Desencontrei muitos, ah os amigos.
Hoje ainda encontro.
Antes as manhãs, deleite.
Nem café ando tomando
Agora.
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Antes uma coisa,
Depois outra, depois outra.
O medo do escuro, do bicho
já sei, os domino.
Plantas, seus frutos, saber do pai.
Campo de busca.
Ja fui aos jogos, estourei os dedos.
Vou sempre à praia.
A música veio, chegaram os calos.
Desceu à alma.
Bicicleta, cromado raio, vento.
Agora carro.
Domingos santos, Silvio.
Hoje em casa.
A matemática passou, graças...
Ja é história.
Desencontrei muitos, ah os amigos.
Hoje ainda encontro.
Antes as manhãs, deleite.
Nem café ando tomando
Agora.
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